EXPOSIÇÃO MIRA! Artes Visuais Contemporâneas Indígenas

cartaz-1

Abertura: 30 de abril, a partir das 19hs.

De 30 abril a 30 de maio

Galpão Paraíso 44

Rua Cachoeira Dourada, 44 – Paraíso – BH/MG

 

Convidamos a todos e todas para a abertura da exposição MIRA! Artes Visuais Contemporâneas Indígenas, no dia 30 de abril, à partir das 19h, no galpão Paraíso 44. Obras de artistas indígenas estão disponíveis à venda, na última edição da primeira mostra internacional de artistas indígenas da América do Sul.

A arte nunca é contemporânea ou extemporânea. Ela se dá é no tempo da leitura. E os artistas que teimam em se chamar de indígenas, por teimosia e por resistência à monocultura capitalista, trazem para nós, da cidade grande, a sua arte, sua leitura de mundo, seu pensamento.

Numa última montagem em Belo Horizonte, a exposição MIRA! Artes Visuais Contemporâneas Indígenas reúne, no galpão/atelier de arte Paraíso 44, uma boa parte de suas obras, tão apreciadas pelo público também por representarem a força desse pensamento que vem da floresta.

O fio de água do sonho é um grande aprendizado da exposição MIRA!, a cada uma das quatro edições. O projeto de mostrar os artistas indígenas ao nosso mundo urbano foi apontando um caminho para a curadoria: suas obras são um dom e querem permanecer com as pessoas da cidade. Pessoas que se encantaram e vão continuar se encantando a cada vez que se permitirem olhar e ver a multiplicidade de formas de vida que se apresentam nas artes expostas.

Com o novo caminho do projeto MIRA!, apoiados por alguns pesquisadores, esperamos ingressar numa fase mais experimental, em que entre as trocas verdadeiras que os artistas já iniciaram com o público se ampliem e os ajudem a viver bem com sua arte.

A exposição MIRA!, que se inaugura em 30 de abril, no Galpão Paraíso 44, em Belo Horizonte, e vai até o dia 30 de maio, vai reapresentar uma boa parcela da exposição que o público pôde ver no Centro Cultural UFMG, no Espaço do Conhecimento e no Museu Nacional dos Correios, em Brasília. Pinturas de artistas Uitoto, Bora, Shipibo, Ashaninka, Huni Kuin, Nasa, Kaiapó, Pataxó, Quechua, Macuxi, Maraguá, Guarani,Kitchua Coyama, Cocama, Inga, Ticuna, Bakairi, poderão agora ser apreciadas novamente e também adquiridas.

OUTRAS MIRAÇÕES

Procurando continuar a explorar as diversas vias interculturais que essa experiência possibilita, também foram convidados dois artistas visuais belo horizontinos que carregam em seus trabalhos conversas com estas artes indígenas. Comum e Hyper, que trabalham com diversas linguagens dentro da arte e intervenção urbana, compõem essa nova montagem da mostra com obras que carregam trajetórias de diálogo e troca com culturas indígenas no Brasil e outras regiões da América do Sul.

LITERATURA E TRADUÇÃO

O núcleo de pesquisas Literaterras desenvolve, desde 2002, pesquisas sobre escrita, leitura, tradução, além de projetos editoriais e tradutórios. Estarão expostas algumas das mais de 100 publicações de autoria indígena coordenadas pelo núcleo.

Durante todo o mês de maio, palestras, vídeos, workshops, vão propiciar ao público mais possibilidades de experiências em artes visuais, em contato com esses diferentes artistas e linguagens, suas maneiras de criar, suas técnicas, suas poéticas. Em breve, estará disponível a programação completa.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s